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1ª Oficina do Projeto MUITAS

A Moradia e Cidadania MG, parceira na realização do PROJETO MUITAS, convida para Oficina de Alimentação, Nutrição e Restrição Alimentar a ser realizada no dia 25 de junho, das 8h30 às 17h30, na sede da ONG Nova Geração Brasil, na cidade de São João Del Rey.
O PROJETO MUITAS é uma colaboração de caráter solidário visando melhor condição de vida e socialização de grupos de mulheres rurais que vivem no interior do estado de Minas Gerais, abrangendo núcleos de economia solidária na região “Campo das Vertentes”.
A Moradia e Cidadania colabora diretamente com a assessoria técnica de sua equipe.
Para cego ver: Fundo abstrato com dizeres sobre a organização da oficina e informações gerais sobre o projeto.  Texto literal: Oficina Alimentação, Nutrição e restrição Alimentar. A Coordenação do PROJETO MUITAS convida para participação na 1ª OFICINA "Alimentação, Nutrição e Restrição Alimentar, a ser realizada no dia 25 de junho de 2018, das 8h30 às 17h30, na sede da ONG Nova Geração Brasil - São João Del Rey / MG.  O projeto MUITAS é uma colaboração de caráter solidário visando melhor condição de vida e socialização de grupos de mulheres rurais que vivem no interior do estado de Minas Gerais, abrangendo núcleos de economia solidária na região "Campo das Vertentes".  Programação: 8h30 - Acolhida, inscrição, café mineiro e credenciamento 9h50 - Mística de abertura 10h às 2h - Alimentação e Nutrição para pessoas com restrições alimentares 12h - Almoço 13h às 17h - Oficina prática 17h às 17h30 - Avaliação e encerramento  contato e informações: projetomuitas2018@gmail.com  Projeto: Muitas Patrocínio e realização: FASFI - Fundacion Ayuda Solidaria Hijas de Jesus Apoio e parceria: Movimento do GRAAL no Brasil, Grupo de Mulheres da Economia Solidária MG e Moradia e Cidadania.

Encerramento projeto “Cooperativa Sustentável”

No ano de 2016 nossa equipe percorreu Belo Horizonte pelas cooperativas COOMARP, COOPERSOLI, COOPEMAR, ASSOCIRECILE e COOPERSOL VENDA NOVA com o desafio de implantação e treinamento para uso do novo sistema de gestão, o software Catafácil.

Realizamos um trabalho intenso de acompanhamento dos processos de recebimento de sucata e materiais, triagem, pesagem, empacotamento e prensagem, estoque e venda. Estes processos ocorrem de forma peculiar nas cooperativas integrantes da REDESOLMG e a utilização do software "Catafácil" torna-se de suma importância na unificação de informações. Da mesma maneira, torna-se uma ferramenta eficaz na emissão de notas fiscais e gestão financeira.

Durante o processo de implantação e treinamento enfrentamos juntos diversos desafios, que foram sistematizados em um livreto impresso e distribuído às cooperativas e parceiros.

O encerramento do projeto "Cooperativa Sustentável - Capacitação para utilização do software Catafácil" e certificação dos catadores ocorreram no dia 22 de agosto de 2017, no Espaço de Eventos Unimed-BH.

Esperamos que as cooperativas possam colher os frutos deste bem sucedido empreendimento, que nesta data certifica 28 pessoas, capacitadas à operar o software de gestão Catafácil.

Agradecemos ao Instituto Unimed-BH, pelo apoio financeio, a REDESOLMG pelo apoio político e empenho na realização deste projeto, a BAZO Soluções, pela sua colaboração irrestrita no suporte de demandas recorrentes durante a execução deste empreendimento.
Manuel Alejandro (coord. projeto)
Atuamos desde 2008, no desenvolvimento e fortalecimento das cooperativas de materiais recicláveis, para comercialização em rede.

Dentre as diversas ações que já realizamos para promoção dos catadores de materiais recicláveis destacamos a formalização da central de cooperativas como principal ação estruturante. Marco para profissionalização dos catadores, que deixam de organizar-se apenas como "movimento" e passam a compor um empresa solidária com legitimidade e presença no campo econômico. Em seguida a estruturação do escritório central da REDESOLMG e o fortalecimento das lideranças, como ação de empoderamento que proporcionou a abertura política estabelecendo parcerias e convênios com o poder público de cada localidade. Também promovemos a informatização das cooperativas, através da instalação e manutenção de computadores, internet e  capacitação para melhoria dos processos administrativos.

Feira de artesanato no clube da APCEF/MG

Visitantes do clube da APCEF/MG foram surpreendidos com a "Feira Arte Mostra de Economia Solidária" que ocorreu neste sábado 06/05 e ofereceu produtos de fabricação artesanal, alta qualidade e ótimo preço.

Foram instaladas 15 barracas com produtos para decoração, utilidades, artesanato, perfumaria, enxoval, vestuário adulto e infantil.

O evento foi um sucesso e a próxima será em junho!

A feira será mais uma alternativa de lazer durante sua visita ao clube e ocorrerá mensalmente no gramado próximo ao toboágua.
A "Feira Arte Mostra Solidária" é uma feira formada pelos produtores filiados à economia solidária que propõe a melhoria da qualidade de vida da sociedade através da inclusão produtiva com respeito ao meio ambiente, trabalho justo e formas de produção sustentáveis.
Esta é uma parceria entre a Moradia e Cidadania MG e a APCEF/MG de apoio e fomento à economia solidária.


Cerimônia de encerramento do convênio com o Instituto Cooperforte

Desafios e Possibilidades foi o tema da cerimônia de encerramento do convênio com o Instituto Cooperforte, no último dia 22 de outubro, para o projeto Estruturação de grupos produtivos de confecção da Região Metropolitana de Belo Horizonte que teve como objeto “Contribuir para a geração de trabalho e renda e melhoria no desempenho produtivo para grupos de confecção têxtil” executado através da Anefs-Agência de Negócios e Fomento Solidário.
A Anefs foi criada por meio de cooperação técnica com o BID em 2010, e construiu em parceria com a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, o ambiente de assessoramento aos grupos que integram a Economia Popular Solidária. A Anefs tem como premissa “Articular parcerias com o setor privado, para o estabelecimento de uma cooperação comercial que proporcione trabalho aos grupos assessorados”.
O evento ocorreu no auditório do centro público de economia solidária de Belo Horizonte, onde foram pontuados os principais indicadores obtidos com a execução do projeto.
Estiveram presentes o senhor Rogério Fernandes secretário adjunto da secretaria municipal de trabalho e emprego – SMATE, o senhor Sérgio Paulo e Geraldo Antônio representantes da Cooperforte, Ediglene Pereira analista de projetos do Instituto Cooperforte, Vânia Resende Debien coordenadora estadual da Moradia e Cidadania e também representante da Caixa Econômica Federal, Manuel Alejandro assistente estadual de projetos, Maria Lúcia gerente de economia popular solidária da prefeitura municipal de Belo Horizonte, Carmem Regina do Instituto Marista de Solidariedade, Aelson Pereira (Cheiro) presidente da rede de confecção e grupos produtivos da economia popular solidária Tecer Minas e representantes das demais redes integrantes da economia popular solidária.
Agradecemos especialmente pela cooperação comercial e reconhecimento das empresas EMCASA e EMCCAMP, que acreditaram e investiram no projeto por meio da aquisição de produtos da Rede Tecer Minas.
Momento da cerimônia
Indicadores

Ong dos funcionários da CAIXA é premiada nacionalmente | Moradia e cidadania

A solenidade em reconhecimento ao trabalho de inclusão digital em rede que vem desenvolvendo em articulação com outras organizações será em Brasília no dia 22 de novembro.

O Projeto RCL de Belo Horizonte se destaca pelos excelentes trabalhos como rede de articulação e fortalecimento de instituições sociais, para oferta de capacitação em TI, e apoio para inserção de pessoas no mercado de trabalho e ao empreendedorismo, atuando em áreas de risco de Belo Horizonte. Nesse sentindo, a RCL inova na atuação como uma rede de formação social e um instrumento de reinserção de equipamentos obsoletos para o sistema atual no ciclo produtivo, contribuindo na inclusão social e profissional de crianças, jovens e adultos para uma sociedade mais sustentável. O projeto é uma iniciativa da ONG Moradia e Cidadania que tem empreendido ações orientadas para a reinserção de equipamentos eletro-eletrônicos e mobiliário de escritório na cadeia produtiva de bens culturais e projetos sociais visando a geração de trabalho e renda, capacitação para produção multimídia com utilização de software livre. O projeto tem realizado ações de articulação de redes de instituições e a instalação de laboratórios de informática com acesso a internet em comunidades menos favorecidas.

A Associaçã
o Telecentro de Informação e Negócios – ATN e a Comissão Julgadora do Prêmio Telecentros Brasil, composta por representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério de Minas e Energia, SEBRAE Nacional, Grupo TICKET, Intelbras, reuniram-se na última sexta-feira, 26 de outubro de 2011, às 15 horas na sala dos Conselhos do Ministério da Ciência e Tecnologia para os trabalhos de análise e julgamento dos projetos concorrentes à edição 2012 do Prêmio Telecentros Brasil – Edição 2012.

Entre várias e excelentes propostas, a Comissão elegeu os ganhadores das sete categorias (Alfabetização Digital, Orientação e Capacitação, Inovação em Sustentabilidade Social, Inovação em Sustentabilidade Ambiental, Inovação em Sustentabilidade Econômica, Telecentro Destaque e Personalidade do ano em Inclusão Digital).

Ganhadores do prêmio:

- Categoria Alfabetização Digital: Telecentro Eu-Cidadão – Inclusão digital e cidadania, da cidade de São Leopoldo no Rio Grande do Sul.

- Categoria Orientação e Capacitação: Telecentro de Informação e Negócios de Santarém, no Estado do Pará.

- Categoria Inovação em Sustentabilidade Social: Rede de Capacitação, Produção e Desenvolvimento Institucional Conhecimentos Livres, no Estado de Minas Gerais.

- Categoria Inovação em Sustentabilidade Ambiental: CDI Amazônia, localizado em Manaus se destaca pelos excelentes trabalhos com orientação de descarte correto de equipamentos eletrônicos, educação ambiental e doação desses equipamentos para instituições sociais.

- Categoria Inovação em Sustentabilidade Econômica: Telecentro de Ivinhema no Mato Grosso do Sul, se destaca pelos excelentes trabalhos desenvolvidos com o programa de Inclusão Digital.

- Categoria Telecentro Destaque: Centro de Recondicionamento de Computadores do Recife – Rede de Telecentros – Projeto PISAR se destaca pelos excelentes trabalhos de recondicionamento de computadores e doação desses equipamentos, atuando em áreas de risco de Recife.

- Categoria Personalidade em Inclusão Digital: Sr. Silvio Meira pela excelência e importância de seus trabalhos para a inclusão digital e social no País.

A ATN irá custear as passagens de um representante de cada telecentro ganhador e da personalidade em inclusão digital para virem receber as honrarias na cerimônia de outorga que irá realizar-se no dia 22 de novembro, no horário das 15 às 17 horas, no Auditório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. receber as honrarias. Desde já todos os Telecentros do país e colaboradores estão convidados para juntar-se a nós na Cerimônia de Outorga da premiação.

Mais informações no site:
http://moradiaecidadaniamg.org.br/sem-categoria/ong-dos-funcionarios-da-caixa-e-premiada-nacionalmente/

Rede Conhecimentos Livres 2012

Hoje dia 24 de maio de 2012 é uma data especial para a coordenação de Minas Gerais. Estaremos assinando o novo convênio com as instituições que comporão uma nova etapa do Projeto Rede Conhecimentos Livres, iniciado em 2005, permaneceu com pouca atividade a partir de 2009 e agora retoma as atividades.

As instituições que participarão desta nova etapa, inclusive de gestão serão:

Conselho Comunitário Assis Chateaubriand do Vale do Jatobá
ASC – Ação Social do Caminho
Moradia e Cidadania
GASS - Grupo de Apoio Social Solidariedade
UESA – União Estudantil de Sabará
Cruz Vermelha Brasileira – Filial Minas Gerais
Casa do Estudante MG
Grupo de Estudos Alternativos do Bairro Floramar e Adjacências - GREAMAR
AFFAS - Ação Faça uma Família Sorrir

A Moradia e Cidadania irá oferecer às instituições capacitação para os educadores  e auxiliará na montagem dos laboratórios.

Moradia e Cidadania retoma trabalho da Rede Conhecimentos Livres

Instituições se juntam para fortalecer a metodologia da Rede Conhecimentos Livres, que abrange: atividades de captação de sucata tecnológica, ativação de laboratórios equipados com software livre e capacitação multimídia.

No dia 29 de março foi assinado o protocolo de intenções com os novos parceiros do projeto que terá como objetivos a captação de sucata eletrônica e capacitação multimídia em software-livre. Também serão instalados novos laboratórios e um ciclo de capacitações serão oferecidas no laboratório da Moradia e Cidadania.

Instituições da região metropolitana de Belo Horizonte formarão um consórcio. A assinatura do protocolo de intenções para ampliação da Rede Conhecimentos Livres ampliará a participação em programas do Governo Federal. Estes programas estão distribuídos em regiões mais afastadas da região metropolitana, mas podemos observar que são necessários para a consolidação de outras políticas públicas como a economia solidária e a política nacional de resíduos sólidos. Através destes programas e de nosso já reconhecido trabalho pretendemos ampliar nosso público beneficiado e equalizar as diferenças de acessibilidade que são tão comuns por todo nosso estado, Minas Gerais.

Sabemos que o desafio é grande e teremos muito trabalho, sentimento este que nos reanima e nos dá estímulo. Relembramos o projeto desde 2005 quando iniciamos os trabalhos com um pequeno grupo de instituições, e em 2008 chegamos a marca de 08 laboratórios em funcionamento simultâneo.


Clara Selma - Socióloga colaboradora da Moradia e Cidadania, Graça Toni - GASS, Lea Morais - ASC, Marco Tulio - GASS, Elizia Figueiredo - Casa de Apoio, Vânia Debien - Coordenadora Estadual Moradia e Cidadania, Reinaldo Almeida - Cruz Vermelha Brasileira, Francisco Santos - Conselho Comunitário Assis Chateaubriand, Leonardo Zenha - Representante do Programa Telecentros .BR, Célia Guedes -  Conselho Comunitário Assis Chateaubriand, Diogo Moreira - Casa do Estudante, Júlio Costa - Facilitador colaborador da Moradia e Cidadania, Augusto Schwartz - Facilitador Moradia e Cidadania

Aproveitamos a oportunidade para agradecer à todos que já participaram do projeto, e convidar para participarem deste novo momento, em especial nossos colaboradores da Caixa Econômica Federal.


Conceito fundamental: “usuário ≠ aluno de informática e LDL ≠ da escola de informática”

Formatura projeto Eja - Educação de Jovens e Adultos

Saudações e nossos votos de muito sucesso à todos os alunos que se formaram nas turmas do ano de 2011. No dia 12 de dezembro foi realizada a cerimônia de formatura dos alunos que participam do projeto de educação de jovens e adultos, desenvolvido pela Prefeitura de Belo Horizonte e apoiado pela Moradia e Cidadania.

Em especial citamos 05 alunos que estão se formando:
  • Edna de Sales Barbosa Dias
  • Lourdes Aparecida da Silva
  • Maria da Conceição Rodrigues
  • Péricles Ferreira de Souza
  • Maria Izabel de Souza

À eles direcionamos nossa atenção e apreço. Desejamos à todos muitas felicidades, realizações e sucesso.

Aproveitamos a ocasião para agradecer aos parceiros: Caixa Econômica Federal, Prefeitura de Belo Horizonte, Delegacia Regional do Trabalho e demais que acreditam e investem no desenvolvimento pleno da cidadania.

Da esquerda para direita: Edna de Sales Barbosa Dias, Péricles Ferreira de Souza e Profª Adriana Pessoa.


Mural confeccionado com trabalhos dos alunos


Certificado simbólico ofertado aos formandos



Formatura Projeto EJA 2011

A Moradia e Cidadania e parceiros convidam para cerimônia de formatura dos alunos das turmas de Educação de Jovens e Adultos 2011.

Data: 12 de dezembro de 2011
Horário: 19:00 horas
Local: Avenida Assis Chateaubriand, 429 - Floresta - Belo Horizonte / MG

Na ocasião 05 alunos do projeto apoiado pela Moradia e Cidadania estarão se formando:

1-Edna de Sales Barbosa Dias
2-Lourdes Aparecida da Silva
3-Maria da Conceição Rodrigues
4-Péricles Ferreira de Souza
5-Maria Izabel de Souza

Aproveitamos a ocasião para agradecer aos parceiros: Caixa Econômica Federal, Prefeitura de Belo Horizonte, Delegacia Regional do Trabalho e demais que acreditam e investem no desenvolvimento pleno da cidadania.

Contamos com sua presença.

10º Festival Lixo e Cidadania – Belo Horizonte


Da esquerda p/ direita: Jorge Rincon (Sebrae), Neli Medeiros (Redesol), Edilson Martinez (CNM) e Silvano da Costa (MMA). Fotos: João Carlos Diniz/ Árvore de Comunicação
Por Pedro Paturle

Vários representantes de organizações de catadores materiais recicláveis manifestaram-se contrários à incineração industrial do lixo, durante o 10º Festival Lixo e Cidadania. Esse processo queima os resíduos em usinas e pode ser usado para geração de energia.
Existe o temor de que os incineradores sejam instalados em Minas Gerais e no restante do país como solução para o fim dos lixões previsto para 2014, deixando os catadores de recicláveis sem trabalho, além de poderem causar impactos ambientais e de saúde pública.
Um dos problemas apontados pelos catadores é que a incineração necessita de pelo menos 60% de materiais recicláveis para realizar a queima, já que os resíduos orgânicos (“lixo úmido”) não têm poder calorífico, ou seja, não pegam fogo.
Saúde pública
Para Luzia Maria Honorato, diretora da Coopercozi e MNCR, a incineração do lixo pode colocar em risco a saúde das comunidades. “Incinerador é perigoso sim. Os maiores doutores da USP já estiveram aqui nesse palco e já disseram que é perigoso. Queremos esclarecimento. Temos o direito de saber quais doenças que os incineradores vão trazer, não só para a comunidade do entorno, mas pra toda a comunidade. Por que queimar algo que traz pra nós um bem para o meio ambiente, um bem para a economa do país e um bem para a geração de renda a quem precisa?” Ela defendeu o uso de energia solar e eólica como fontes de geração.
Preocupação
A diretora-presidente da Redesol, Neli Medeiros, mostrou seu descontentamento com essa possibilidade. “A incineração é uma preocupação pra nós. Nós sabemos que o nosso lixo, o nosso rejeito, é muito molhado. Vão usar o nosso material (reciclável) para incinerar. Nossa proposta é a não-incineração. Se lá fora eles não querem, porque a gente vai querer? Até quando vamos cruzar os braços e deixar isso acontecer? A gente olha o estado de São Paulo buscando isso e fica fragilizada, porque a gente sabe que os nossos companheiros lá precisam da nossa ajuda”, diz.
Caso de Unaí
O presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), José Cláudio Junqueira, explicou que o governo não facilitará a instalação de usinas de incineração em Minas Gerais. “Para aqueles que estiveram aqui ano passado, a partir da denúncia do caso de Unaí, a licença para funcionamento da usina não foi aprovada, não está aprovada e não pode funcionar. Ele nos procurou para dizer que queria fazer todas as adequações para funcionar. Nós dissemos que só poderia funcionar se montasse, antes da empresa, uma central de triagem e os catadores puderem retirar tudo os que eles quiserem. Enquanto isso não for resolvido, não terá autorização do estado para funcionar, portanto permanece parado”, disse.
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A lei
O consultor da Área de Meio Ambiente da CNM, Edison Martinez, falou em seguida: “A lei é muito clara nessa questão da incineração. Obrigatoriamente na lei, tem uma hierarquia. Todo município que fizer o seu plano tem que demonstrar que reutilizou o máximo, reciclou o máximo que foi possível, e só depois pode fazer algum tratamento no caso do resíduo orgânico e, quando for rejeito, pode ter planta de valorização (incineração) do rejeito. Os órgãos ambientais têm papel fundamental nisso. No Brasil é muito cara a operação de uma planta de incineração. Como o município vai viabilizar a operação de uma planta se ela não tem resíduo? É muito importante ficar atento porque a lei tem alguns instrumentos para impedir. De fato, essa é uma preocupação também do Ministério do Meio Ambiente.”
Ministério do Meio Ambiente
Silvano da Costa, diretor de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, reforçou a posição do governo. “Não se pode instalar no município uma planta de incineração que use resíduo passível de ser reciclado. Sabemos que esses resíduos são exatamente os que têm maior capacidade calorífica. Para a planta ser viável economicamente, a rigor tem que queimar esse resíduo pra poder funcionar. Se essa planta coloca resíduo reciclável para incinerar, é proibido. Dentro da lei, a usina só pode ser licenciada depois de haver essa reciclagem.
Sobre a recuperação energética a partir da incineração, explicou: “Dias 08 e 09 (dezembro) vamos ter a instalação de um grupo técnico que vai fazer todos os estudos para aprofundar as diretrizes que o governo vai emitir para a recuperação energética dos resíduos. De acordo com ele, a recuperação energética do lixo pode ser feita não apenas pela incineração, mas também por meio da biodigestão (biometanização), processo em que o resíduo orgânico gera gás metano nos aterros sanitários e pode ter recuperação energética. É o que acontece no antigo aterro de Belo Horizonte, na BR-040.
Reciclagem e energia
Para Alexandre Cardoso, rep. do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), o mais adequado hoje é a disposição do lixo em aterros sanitários, com participação dos catadores na coleta seletiva. “Além de contribuir com os catadores, ajuda a comunidade onde o catador está inserido”, disse. Segundo Cardoso, há possibilidade de aproveitar 80% a 90% dos resíduos gerados. Ele também demonstrou ser contrário à geração de energia a partir da incineração. “É preciso dizer que a reciclagem também gera energia”, salientou.
Fonte: http://www.planetalixo.com.br/?p=6951

Entrevista com Presidente REDESOL durante o FLIC

“É possível que os catadores organizados em associações e cooperativas possam se desenvolver de uma maneira empresarial. Os catadores querem ser os seus próprios patrões, querem ter a sua própria identidade, querem dirigir a própria organização. A Redesol é um belo exemplo disso.” José Cláudio Junqueira – presidente da FEAM

A Redesol é uma das três centrais de cooperativas de catadores de materiais recicláveis da Região Metropolitana de BH (são elas a Redesol, Catavales e Cataunidos).

Confira a entrevista com Neli Medeiros, a diretora-presidente da Cooperativa Central Rede Solidária dos Trabalhadores de Materiais Recicláveis de Minas Gerais - Redesol, durante o 10º Festival Lixo e Cidadania.

O que é a Redesol?
. A Redesol é uma central de cooperativas. Ao todo são 11 cooperativas, sendo que uma faz o beneficiamento do reciclável e as outras fazem a coleta, triagem e prensagem dos resíduos. Envolve 240 catadores de materiais recicláveis da grande Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Há quanto tempo existe a Redesol? Onde é a sede?
. A Redesol existe há seis anos e foi formalizada há dois anos. A sede é aqui em Belo Horizonte. A gente usa um espaço sedido pela prefeitura e o escritório fica na Avenida dos Andradas, 367.

Qual é a quantidade de material que a Redesol beneficia?
. São beneficiadas 700 toneladas de materiais recicláveis/ mês, de todo tipo de material: papel, metal, plástico e vidro.

Quais são as principais conquistas da Redesol?
. Conseguimos o registro da Redesol, o que pra nós é muito importante. Conseguimos nos organizar e fazer a documentação de todas as cooperativas. A gente conseguiu infraestrutura para algumas dessas cooperativas, um espaço digno para fazer os trabalhos.

Quais são os grandes desafios que a Redesol tem pela frente?
. Nosso grande desafio são políticas públicas que realmente venham ajudar ao catador e infraestrutura para as cooperativas que não a possuem. Esses são desafios dos catadores no Brasil inteiro, porque infraestrutura é uma questão que a gente demanda muito. A questão de implantar a coleta seletiva com mais qualidade também é uma demanda.

Como os catadores podem conseguir isso?
. A forma que nós temos de conseguir isso é junto com nossos governantes. É a gente poder sentar com eles, fazer uma gestão realmente compartilhada e mostrar nossa visão dentro destas três questões.

Quais serão as próximas ações da Redesol?
. O prefeito acabou de criar um GT (grupo de trabalho) para estudar como implantar a coleta seletiva no restante de Belo Horizonte, em 50% da cidade. Hoje nós temos a coleta seletiva em 30 bairros da cidade e precisamos ampliar isso.

Fonte: http://www.planetalixo.com.br/?p=7128

Ação Moradia dá apoio a famílias de baixa renda de Uberlândia



A organização não governamental já beneficiou mais de 20 mil pessoas. 
Hoje, atende 320 famílias de nove bairros de Uberlândia.



Uma casa para quem não tem quase nada. Com essa ideia um grupo de Jovens de Uberlândia, Minas Gerais, começou a trabalhar. Assim, apareceu a ONG Ação Moradia.
Os desafios de Eliana Setti, fundadora da ONG Ação Moradia, começaram há 18 anos, quando ela e um grupo de jovens visitaram a periferia de Uberlândia. “Eles descobriram que havia famílias com fome, sem moradia, sem quase nada”, lembra.

“Eles propuseram começar a ajudar na construção das casas. Isso foi o inicio de todo o trabalho da Ação Moradia, que na época não tinha nem nome”, diz Oswaldo Setti de Almeida Filho, diretor executivo da Ação Moradia.

ANEFS realizou sua sétima oficina temática

A ANEFS realizou no dia 15 de junho sua sétima oficina temática com os Grupos Produtivos da Economia Popular Solidária.
A partir de uma demanda dos grupos produtivos, a ANEFS iniciou abordagem sobre estratégias de Marketing realizadas pelos grupos. A oficina apresentou conceitos sobre o tema: "Blogs corporativos como ferramenta de comunicação e marketing" onde foram expostos e debatidos os prós e contras à respeito da utilização desta ferramenta para empreendimentos que fazem parte da economia solidária.

Augusto Schwartz co-responsável pela área de comunicação da Ong Moradia e Cidadania MG foi o palestrante responsável.
A atividade contou com a participação dos grupos produtivos que são assistidos pela equipe da ANEFS.

Uma próxima oficina pretende auxiliá-los na confecção de seus próprios blogs.

Ao final, foram sorteados de 02 computadores doados pela ONG Moradia e Cidadania.

Projeto Afabetização de Jovens e Adultos faz passeio turístico por cidades históricas

O Projeto EJA - Alfabetização de Jovens e Adultos realizou no dia 18 de setembro uma visita às cidades históricas de Ouro Preto e Tiradentes. O Passeio foi proporcionado pela parceria da Caixa Econômica Federal, prefeitura de Belo Horizonte e Ong Moradia e Cidadania. Participaram da "aula de campo" os alunos das turmas dos edifícios Contorno e Tupinambás onde funciona o projeto. Nos meses de agosto e setembro últimos a Ong Moradia e Cidadania ofereceu brindes e a confecção de uma rifa para viabilizar o passeio, a prefeitura de Belo Horizonte contribuiu com a locomoção e os professores que acompanharam os alunos que visitaram diversos pontos turísticos e conheceram mais sobre a história de Minas Gerais e do Brasil. Durante os últimos meses os temas: Inconfidência Mineira, Proclamação da República, dentre outros têm feito parte dos conteúdos trabalhados em sala de aula.
Os alunos que participam do projeto são funcionários terceirizados da empresa PH Service que trabalham nos edifícios da Caixa Econômica Federal na Avenida do Contorno e na Rua dos Tupinambás.
"O passeio foi muito bom, todos gostaram muito e desta forma fica mais fácil aprender". Disse Dolores, aluna do edifício Contorno.

Agradecemos especialmente à todos os funcionários da Caixa Econômica Federal que contribuem diariamente para a continuação e fortalecimento do projeto.

O ganhador da rifa de um quadro (Pintura Óleo) e um rádio automotivo foi: O senhor Márcio, morador do bairro Nova Contagem, que adquiriu o bilhete de Nº 225 sorteado pela Loteria Federal extração Nº 04485.

Prêmio        Bilhete       
       
1º            33.225           
2º            21.751           
3º            02.705           
4º            14.148           
5º            20.433           

Curso de Beneficiamento de Hardware para catadores de materiais recicláveis

Em parceria com a ASPA - Vicariato Episcopal, Cruz Vermelha, Rede Sol, LEXMARK e Caixa Econômica Federal a Ong Moradia e Cidadania está desenvolvendo desde o dia 12 de junho de 2010 nas dependências da Cruz Vermelha localizada à Alameda Ezequiel Dias, 427 no Centro de Belo Horizonte.

O Curso de beneficiamento de hardware está sendo oferecido aos catadores de materiais recicláveis integrantes da Rede Sol MG.

Do material do curso podemos ler algumas linhas:

"O computador é objeto de desejo de muitas pessoas, mas o que fazer quando ele já não lhe serve mais? Ao doá-lo para uma ONG, você evita o descarte inadequado, prolonga a vida útil do equipamento eletrônico – diminuindo a emissão de carbono e tantos outros poluentes – e ainda ajuda a incluir digitalmente quem não tem condições de custear uma máquina. Mas a história não termina por aí não!
Inicia-se uma nova jornada, transporte e armazenagem adequados para que os equipamentos não estraguem. Triagem e separação adequada de peças têm que ser feitas, além disso pessoas capacitadas são indispensáveis para realização destas tarefas. Após um longa bateria de testes e remontagens os computadores estarão prontos para serem transferidos para novos donos ou até mesmo participarem do mercado de vendas. Diversas pessoas e empresas compram equipamentos recondicionados para diminuir custos. "O recondicionamento contribui de muitas formas. Um computador que ficaria sem serventia passa a ajudar muitas pessoas. Também evita que um novo seja feito, poupando matéria-prima e eletricidade ".

Este é o espírito do curso ocorre aos sábados na parte da manhã na sede da Cruz Vermelha em Belo Horizonte e tem pŕevisão para encerrar a primeira turma no final de agosto.
Se quiser acompanhar algumas atividades acesse as fotos aqui.


Mais informações:
(31) 3217-2704 - Augusto Schwartz
comunicamoradia@gmail.com

Moradia e Cidadania/MG e parceiros inauguram escritório da Agência Negócios da Fábrica Social

A ONG Moradia e Cidadania/MG, o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, a Secretaria Municipal de Políticas Sociais da Prefeitura de Belo Horizonte e a  Caixa Econômica Federal inauguraram o escritório da Agência de Negócios da Fábrica Social - ANEFS, no dia 6 de maio, no Centro Público de Economia Solidária. Participaram da inauguração o superintendente regional, Rômulo Martins, a Coordenadora Estadual da ONG, Vânia Debien e representantes da PBH.

    Esse projeto é um desdobramento da sistemática  Fábrica Social, disseminada pela CAIXA na Ação de Integração de Políticas Públicas voltada à população de baixa renda, focada no desenvolvimento socioeconômico das comunidades atendidas e viabilizada por meio de parcerias, piloto desenvolvido com o Núcleo de Costura da ASMARE e a SANTA CASA de Belo Horizonte, em 2007/2008.

    Em 2009, a sistemática da Fábrica Social foi utilizada pela URBEL na intervenção do PAC em Vilas e Favelas de Belo Horizonte/MG, no Projeto de Trabalho Técnico Social - PTTS, potencializando o eixo de "Trabalho e Renda", onde surgiu a Unidade Produtiva de Confecção e Silk da Vila São José. 

   A ANEFS é um projeto que conta com o financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, parceria da Prefeitura de Belo Horizonte e da CAIXA, e será executado / coordenado pela Moradia e Cidadania MG (ONG criada pelos empregados da CAIXA). A ANEFS é pautada pelo comércio justo e assessora grupos de produção, a exemplo da UP Vila São José.

    O objetivo da ANEFS será assessorar grupos de produção vinculados ou não às políticas públicas de geração de trabalho e renda nas atividades (financeiras e logística de produção) relacionadas a seus negócios. Estratégia que visa dotar as unidades de produção de mecanismos viáveis para a realização de negócios, por meio da articulação de parcerias técnicas, financeiras e comerciais.

Coral AMA

Arte, Música e Alegria
O Coral Arte, Música e Alegria é formado pelos alunos que fazem parte do EJA-BH (Alfabetização de Jovens e Adultos) e voluntários da CAIXA. O projeto é desenvolvido em parceria com a Caixa Econômica Federal, DRT-Delegacia Regional do Trabalho, Conservadora Universo, ONG Moradia e Cidadania-MG e PBH-Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.

O coral já se apresentou em diversas ocasiões no auditório Lucas Antunes da Caixa Econômica Federal, em hospitais, escolas da rede municipal de ensino e instituições filantrópicas em Belo Horizonte.
Na sexta-feira dia 28 de novembro fizeram uma apresentação inspirada nas obras de Vinícius de Moraes e com o auditório lotado cantaram o tema "Arca de Noé".

Acesse:
http://picasaweb.google.com.br/comunicamoradia
http://br.youtube.com/watch?v=fSZjx_fOzZ8

Alfabetização de Jovens e Adultos

Alfabetização de Jovens e Adultos

"As pessoas que estudam na EJA (Educação para Jovens e Adultos procuram um curso diferente. A maioria trabalha, tem família, muita responsabilidade, não pôde estudar na escola na época da infância e da adolescência. Algumas pessoas tiveram um passado difícil e não puderam concluir o ensino fundamental na idade apropriada. Portanto, a proposta da E.J.A. tem que ser diferente e adequada ao seu grupo". (Diz: Neuza de Paula Carvalho - Profª da Rede Municipal de Belo Horizonte).
A política de atendimento ao jovem e adulto EJA-BH vem sendo construída no sentido de garantir a inclusão destes cidadãos que tiveram seu direito negado na infância e/ou adolescência.
O funcionamento das turmas acontece em diversos espaços da cidade procurando garantir o acesso e permanência das pessoas, localizando - as mais próximas de suas residências ou local de trabalho e em horários flexíveis.
Recentemente o aluno Valdecir Aquino Ribeiro foi aprovado para o 2º Grau em teste realizado pela secretaria municipal de Educação de Belo Horizonte.
Para o desenvolvimento deste projeto a Ong Moradia e Cidadania desempenha um papel fundamental apoiando e incentivando a execução deste trabalho para os funcionários terceirizados da caixa econômica federal. Atualmente os 40 funcionários das agências Tupinambás e Gutierrez são prova incontestável de sucesso e aceitação.
Parceria com a Caixa Econômica Federal, Conservadora Universo, DRT - Delegacia Regional do Trabalho e a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.



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Rede Sol Consolidada

Rede Sol Consolidada
Rede Solidária de Empreendimentos de Materiais Recicláveis em Minas Gerais

A rede sol se consolida como uma cooperativa de segundo grau, a partir de esforços de diversos parceiros, dentre eles, a Caixa Econômica Federal, Ong Moradia e Cidadania e Prefeitura de Belo Horizonte, foi possível organizar 07 grupos de catadores

de materiais recicláveis de Belo Horizonte e Vespaziano para trabalharem em conjunto seguindo os princípios da Econômia Solidária. Os grupos trabalham em diversos seguimentos da reciclagem, como artesanato, desfio de garrafas PET e triagem para comercialização.

Os empreendimentos que antes realizavam a coleta e triagem de resíduos pelas ruas já possuem galpões, máquinários, fornecedores de material e compradores fixos. Além disso, toda documentação e tramites legais já estão em fase final com a junta comercial de Belo Horizonte. Também receberam diversas capacitações e já participaram de eventos como projeto referência para replicação em outras localidades.